Nutricionista e Fisiologista do Esporte

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Palestrante, Nutricionista Clinico Esportivo, Mestre em Ciência da Motricidade Humana,Graduado em Educação Física; ; Atualmente:Treinador de Atividades de Ultra-Endurance; Professor Conferencista - Experiência na Área de Fisiologia do Exercício e Nutrição Esportiva; com ênfase no Treinamento de Alto Rendimento, Treinamento personalizado e Emagrecimento. CBF

terça-feira, 9 de julho de 2019

JEJUM INTERMITENTE NA PERFORMANCE ESPORTIVA. UM ALERTA!

           Resultado de imagem para jejum intermitente


           Muitos dos meus pacientes atletas me questionam sobre o JI, e alguns se posicionam ao dizer que “treinar leve" é uma boa maneira de forçar adaptações fisiológicas que estimulam a queima de gordura. Este pensamento pode não ser um bom aliado, pelo aumento do comprometimento do risco de lesão (treinamento com baixa carga energética no sangue), ou maior risco no acometimento de doenças (caso o jejum comprometa a resposta imune). 

        Atletas do sexo masculino que passaram mais de 400 calorias em déficit experimentaram níveis mais elevados níveis de cortisol e níveis mais baixos de testosterona do que atletas que mantiveram uma ingestão calórica adequada ao longo do dia (Torstveit et al., 2018).

 Isso é contra o perfil hormonal desejado. manter um aporte energético adequado a demanda é super importante para manutenção e melhora da performance de maneira global.

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