Nutricionista e Fisiologista do Esporte

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Palestrante, Nutricionista Clinico Esportivo, Mestre em Ciência da Motricidade Humana,Graduado em Educação Física; ; Atualmente, Consultor Técnico da POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Treinador de Atividades de Ultra-Endurance; Professor Conferencista - POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO; Experiência na Área de Fisiologia do Exercício e Nutrição Esportiva; com ênfase no Treinamento de Alto Rendimento, Treinamento personalizado e Emagrecimento.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O SONO NO CONTROLE DA PRESSÃO ARTERIAL

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Durante o adormecer, a pressão arterial e os batimentos cardíacos se elevam enquanto as informações do dia são processadas em um sítio que se chama (ínsula é um lobo profundo, situado no fundo do sulco lateral, no encéfalo. 

Depois há uma queda na atividade metabólica e redução da pressão arterial e da frequência cardíaca. no desenvolver até o sono profundo, há liberação de hormônios. 

Quando a pessoa acorda, seus músculos estão relaxados e o coração desacelera. Com esse ciclo efetuado, o físico e o psicológico descansam. Entretanto, se o sono é insuficiente, o cérebro fica em alerta e há produção de substâncias que irão provocar taquicardia. Esse estresse que foi estimulado induz à hipertensão que prejudica os vasos sanguíneos. Além disso, as noites mal dormidas interferem na produção de hormônios que geram saciedade, ficando a pessoa com tendência a obesidade. 

 Em estudos utilizando animais de laboratório, estes não conseguiram permanecer acordados por mais de 10 dias, e morreram por infecção generalizada. recente pesquisa, sobre o tema divulgada pela Mayo Clinic, dos EUA, os pesquisadores estabeleceram uma relação entre hipertrofia ventricular esquerda – quando uma parte do coração aumenta de espessura e dificulta o bombeamento de sangue – e a síndrome das pernas inquietas (contrações involuntárias durante o sono). 

Além disso, de acordo com dados da Academia Americana de Distúrbios do Sono, 50% dos pacientes com fibrilação atrial (tipo de arritmia cardíaca), 35% dos hipertensos e 70% dos hipertensos refratários ao tratamento sofrem com problemas durante o sono – mais especificamente com a SAOS. Ou seja, o sono e o coração são sim muito ligados! Você quer desenvolver problemas em nosso órgão mais importante porque não dorme adequadamente? Tem certeza?! 

Vamos começar a prestar atenção no que estamos fazendo com o sistema cardiovascular!

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